Consórcio e financiamento são as duas formas mais comuns de comprar um imóvel ou um veículo sem pagar tudo à vista. Os dois permitem parcelar, mas funcionam de jeitos bem diferentes, e isso aparece no custo final.
Juros x taxa de administração
No financiamento, o banco empresta o dinheiro e cobra juros durante todo o contrato. Em prazos longos, o valor pago no fim pode ficar bem acima do preço do bem.
No consórcio não há juros. O custo vem da taxa de administração e do fundo de reserva, definidos em contrato. Em geral, isso torna o consórcio mais barato no total, especialmente em prazos longos.
Quando você tem o bem
No financiamento, aprovado o crédito, você compra o bem logo. No consórcio novo, você recebe o crédito quando é contemplado, por sorteio ou lance, e não existe data garantida.
Para quem precisa do crédito agora, existe um caminho intermediário: a carta contemplada, que já tem o crédito liberado.
Correção das parcelas
As parcelas do consórcio são corrigidas periodicamente por um índice previsto em contrato, como o INCC ou o IPCA. O crédito também é corrigido, para acompanhar o preço dos bens. No financiamento, a correção depende do tipo de contrato e da taxa contratada.
Resumo
- Financiamento: bem na hora, com juros durante todo o prazo.
- Consórcio novo: sem juros, mas o crédito vem na contemplação.
- Carta contemplada: crédito já liberado, com entrada paga ao dono da cota e parcelas sem juros.
Cada caso tem uma resposta diferente. Um consultor da DSC pode comparar as opções com os seus números reais.